27
Jun
09

Perplexo

“A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente,
ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir, por
mais estranho que seja o motivo.
A vida não pode ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui,
devemos dançar… o mal humor envelhece o corpo e entristece a alma,
trazendo para nosso semblante a expressão de que estamos de mal com o mundo e principalmente com a gente mesmo…”

Colheita de vozes interiores
num diálogo substantivo às paredes;
inesperadas tensões de desespero
em cenas irreais de pesadelos.
O surreal é cômico e patético
_de nenhum lugar a lugar nenhum_
para não dizer, a deprimentes girassóis.
O passado não mais me interessa.
O opaco cálice quebrado
com sangria esvaída em desesperado pânico
da perda no imprevisto imponderável.
Casas sombrias de madeiras com limo,
o mofo exalado na vida sem sol;
requentar as letras de fo
Do pó veio, no pó ficará!


0 Respostas para “Perplexo”



  1. Sem comentários ainda

Deixe uma resposta