O do oceano
_diante do infinito da vida_
no oceano escuro azul,
entre montanhas submarinas escondidas,
na soma de todos os medos internos,
a calmaria encontrou a tempestade
e, às curvas do imprevisto imponderado, a dor;
a fobia que se espalha,
a real consciência da limitude existencial;
um sem fim, o luto sem corpo,
o eu sem voz:
que não consegue diferenciar o raro do comum,
resgatado do fundo escuro para a luz da verdade.
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