“… fórmula para idiotas: obediência ou desobediência a deus…[lendas hagiográficas de nível mental diferenciado... " quase tardio, retardado do monkey moon... bubbles fly.
Deriva, fundamentalmente,
do que a gente não espera:
Toda a bagunça me organiza. Qual é?
Sonhei viver de amor vestal e palavras de ricos sabores.
Em letras e vísceras, faço juízo de valor como um profeta equivocado,
no "modus operandi" da forja da faca:
fogo, água e pancada na anotomia conceitual.
O dom do toque incomum da palavra certa?
Estelionato sem graça, palavras sem sentido,
nada de novo entre os iguais; letras, vazias, iguais:
a velocidade é diferente para cada um
[uns voam, outros dormem em cima do relógio];
a sua falta ninguém pode ver…
e em todos os lugares _sempre_ só estou de passagem, cantando para o santo.
Quero viver sem amores antigos para esquecer
entre a opinião publicada destas letras minimalistas quase niilistas, pois,
cansei de chamar você no telefone mudo,
retornando-me respostas, em pesadelos patéticos!
Construção e demolição dos versos de F. Pessoa em um extrato de letras,
em um soco de Leminsky no estômago com fome existencial.
Onde há discussão, há uma exposição confusa de revirar a letra em uma panela sobre um fogão da dislexia silenciosa. A refundação do verbo nativo com novos olhares pelo avesso do mal e ao mau,
deixando a flecha voar, sem rumo, em atos de intervenção ao ambiente.
No fim, tudo, quer dizer nada.
0 Respostas para “Smoking in the stars”